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maio 09, 2007
MADELEINE
O caso Madeleine, tem servido essencialmente para mostrar que os "media" estão podres. Estão podres, cheiram mal e cada vez desempenham pior a função para o qual foram criados.A imprensa lixo que assola o Reino Unido e que aos poucos vem sendo importada para Portugal, já toda a gente conhece à muitos anos. A forma doentia como os media actualmente se comportam, a forma como se posicionam perante as notícias, a forma arrogante como tomam partido de uns acusando outros, a forma como atacam investigações sérias e competentes de uma polícia que não tem de provar nada a ninguém e que muitos consideram das melhores do mundo e ainda a forma como manipulam as notícias a seu belo prazer, é de uma falta de rigor atroz.
Um dia depois de se conhecer a notícia do rapto, já se produziam críticas à polícia por um lado e aos pais por outro. Já se organizavam debates com especialistas em retratos, teorias comportamentais, padrões tipo e teorias de conspiração. Vinte e quatro horas depois e já se acusava a polícia de não ter descoberto nada, de não mostrarem o retrato aos jornais, de serem portugueses, de não serem competentes polícias ingleses.
A globalização para além, de pelos vistos, ter cultivado uma intolerância cada vez mais acentuada entre países, teve também o condão de mostrar ao mundo que a grande maioria dos "media" que actualmente temos, são lixo do mais mal cheiroso que um aterro de ideias pode alguma vez vir a ter.
Publicado por cachucho às maio 9, 2007 09:33 PM
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Comentários
A propósito das investigações policiais ao dramático desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann, no Algarve, é preciso chamar os bois pelos nomes. A vinda de polícias ingleses, eufemisticamente justificada pela ideia de que todos somos poucos para descobrir o paradeiro da criança, é a prova da desconfiança dos ingleses em relação às autoridades portuguesas. Para eles, Portugal é uma extensão de África, com sol na maior parte do ano, um serviço hoteleiro minimamente aceitável e muita comida boa e barata. Na polícia portuguesa não vislumbram as mesmas qualidades, nomeadamente por falta de meios técnicos e humanos. Aliás, as imagens que têm corrido o mundo mostrando soldados da GNR, com uns chapéus esquisitos, nas bermas das estradas à procura de coisa nenhuma, são bem o retrato de um Portugal parado no tempo. E pelo que temos observado, a Polícia Judiciária nem sequer sabe comunicar o seu trabalho.
Publicado por: O LEÃO DA ESTRELA às maio 9, 2007 11:46 PM
Não vamos ser ingénuos : os media tem a possibilidade de vender um produto que não pertence a ninguém , tem ainda a possibilidade de compor o produto da forma que lhes der mais lucro, o produto em si já é apetecível ,apenas tem o inconveniente de poder ser vendido por quem se predispuser a tal.
- A conclusão dos técnicos de vendas é neste caso simples , quem melhor trabalhar o produto, quem melhor o tornar apetecível ao mercado é quem obtêm mais lucro ou maior fatia de mercado
Todos sabemos que quanto mais triste e negra for a noticia melhor esta se venderá . é triste revoltante mas é assim que este mundo funciona quanto aos vendedores de desgraças apenas dão ao mercado aquilo que ele pretende comprar .
Publicado por: frogas às maio 10, 2007 09:29 PM
é triste uma pessoa perder uma filha. por favor quem vir esta menina contactem a GNR
plhem para o sofrimento destes pais.
Publicado por: Anonymous às maio 19, 2007 09:24 PM
É triste ler alguns comentários de pessoas que apenas acompanham o caso de longe, sem terem a noção e sem sentirem de perto o drama que assola as famílias que são alvo deste tipo de crimes.
Nós portugueses, somos um povo de brandos costumes e tão, sómente, uns IGNORANTES nestas matérias.
Só quando o drama nos bate à porta é que sabemos, ou queremos dar valor.
As críticas à actuação das polícias têm a sua justificação, quando são avaliadas no terreno por quem lá anda, e não por quem segue, comodamente no sofá, o desenrolar dos acontecimentos.
As polícias só dão o que querem e, por vezes, querem fazer crer que têm o que afinal, não "têm"...dados seguros e pistas que levem à resolução do caso.
Por exemplo, temos o caso Joana,(também no Algarve) onde a mãe e o tio foram julgados e condenados, baseados em indícios que foram supostamente encontrados e sem que as análises laboratoriais e exames científicos, nada comprovassem.
Dizer que "existem indícios que indicam o sentido do rapto" e desmentir dois dias depois esta tese, não abona em nada a credibilidade da polícia.
O facto da criança estar a dormir e após uma noite inteira de buscas por toda a povoação da Praia da Luz e arredores, é sinal evidente de que a criança não podia ter saído pelo seu próprio pé.
Esconder isto dos jornalistas, é absurdo.
Como tal, verifica-se que estamos perante um crime grave, que deve ter uma resposta numa zona turística considerada como "uma das mais seguras do mundo".
A mediatização deste caso poderá servir como exemplo no futuro e, alertar as consciências para um problema real e cada vez mais frequente.
Temos que ser um povo exigente com TUDO e deixarmo-nos de "lamentos sobre o leite derramado" a pensar que as tragédias só acontecem aos outros.
Devemos ser mais unidos e lutar por melhores condições de vida...segurança, saúde, educação e, denunciar o que está mal, contribuindo para uma melhor qualidade de vida.
Seria bom que, aqueles que criticam o trabalho dos jornalistas dessem a cara e fossem capazes de denunciar o "vizinho", quando este comete algum crime, e não se escondessem por detrás de uma qualquer cortina à espera que o caso se resolva por si só.
Quantos crimes (desaparecimentos), raptos ou não, é que aconteceram em Portugal e que continuam sem resolução?
Publicado por: Anonymous às maio 31, 2007 12:51 PM
Falou em jornalistas? Que sinónimo tão simpático para o lixo que foi transmitido pela tv. tanto lixo inglês como português.
Nunca meti em causa o que quer que seja sobre o facto de deixarmos de ser exigentes no que quer que seja. O algarve é e continuará a ser seguro. Gostava era que me explicasse como é que uma polícia consegue encontrar uma criança desaparecida num país sem fronteiras em meia dúzia de horas? Isso não é ser polícia, é ser um super-homem com um qualquer poder oculto.
As críticas à polícia foram apenas querer encontrar um bode espiatório para alimentar horas e horas de NADA que foram transmitindo na tv.
Em inglaterra já desapareceram mais de 800 crianças depois de Madeleine ter desaparecido em Portugal. Quantas vezes apareceram na imprensa?
Publicado por: cachucho às maio 31, 2007 08:32 PM
continua desaparecida,se tiver alguma enformação concacto-nos: 282 405 400
Publicado por: helder às junho 4, 2007 10:55 AM