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junho 01, 2009

MOMENTO ECONÓMICO

As empresas sobreviventes à crise aguardam com ansiedade a evolução dos acontecimentos, muitas que ainda não foram à falência deve-se à baixa da taxa de juros, que faz que o diheiro que devem a bancos seja menor devido à redução dos mesmos.

Tudo se vai decidir tendo em conta o que suceder primeiro, a subida das vendas ou das taxas de juro, mas ambas talvez apenas para o ano, entretanto vai-se reduzindo ao máximo os custos porque as receitas vão continuar a diminuir.

Publicado por Mofo às junho 1, 2009 01:43 AM

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No Publico de hoje
«O realizador Pedro Costa considera que Portugal está em risco de se tornar uma "revista cor-de-rosa gigantesca", deparando-se com problemas sociais graves, falta de mobilização cívica e com uma classe "burguesa" que é "obscena na sua ostentação".

O cineasta lamenta a situação actual do país, considerando que a sociedade, e ao contrário do que acontece noutras capitais europeias, mobiliza-se pouco, sendo pouco interveniente e activa. "Há um problema social qualquer e em qualquer capital europeia mobilizam-se centenas de milhares de pessoas e temos uma reacção cívica. Em Portugal aconteceu o 25 de Abril e nem se sabe bem como", disse.

"Não estamos numa sociedade que tenda para a decência ou para a honestidade. Basta ler os jornais", afirmou. Considerando que se está a tornar "muito difícil" viver em Portugal, Pedro Costa refere que mesmo a ideia do país "elegante e temperado" está a desaparecer, gerando situações onde "é muito fácil ser-se delinquente, de um ou de outro lado".

"Portugal sempre foi muito débil em muitos aspectos. Mas era um país pequeno que guardaria a sua elegância, que tinha alguma elegância. Um país suave, temperado e agradável de se viver", disse. "A pouco e pouco está a tornar-se muito desagradável viver em Portugal perante o espectáculo ultra-degradante nos media, nas televisões, na rua. Entre uma classe burguesa totalmente inculta e obscena na sua ostentação, no seu disparate", sublinhou.

A situação actual em Portugal, insiste, poderia servir de mote a cinema e arte que "não perca o controlo e não perca os pés na terra", procurando retratar a realidade social e cultural do país. "Portugal continua ainda ligeiramente singular, numa porta emperrada, mais ou menos aberta, com algumas resistências. Sinto que a coisa pode acabar muito mal, tornar aquilo numa revista cor-de-rosa gigantesca", afirmou.»

Publicado por: Anonymous às junho 4, 2009 07:44 PM

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